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sexta-feira, janeiro 29, 2010

Operações de hedge no exterior terão que ser registradas - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 29/01/2010 - Caderno Mercados

Operações de hedge no exterior terão que ser registradas
Tatiana Gurjão


O Conselho Monetário Nacional (CMN) determinou em reunião na quinta-feira a obrigatoriedade de registro de operações de hedge com instituições financeiras do exterior ou em bolsas estrangeiras.

No final do ano passado, o Banco Central já havia definido que instrumentos financeiros derivativos vinculados a empréstimos captados no exterior teriam que ser registrados. Antes disso, o registro só era exigido de instituições financeiras que realizassem operações com derivativos no País.

A preocupação do governo com a exposição de grandes companhias a derivativos financeiros e sua transparência cresceu após problemas enfrentados por grupos como Sadia e Aracruz. Nos últimos dias, analistas vinham alertando para a excessiva exposição nesse tipo de contratos por parte das empresas.

"Tem muita empresa brincando de ser banco, bem alavancada em derivativos cambiais. Isso colabora para forçar o preço do dólar para cima", disse ao Jornal do Commercio na quarta-feira Daniel Castro, gestor do clube de investimentos Horus Strategy.

Segundo o CMN, o registro das operações de hedge deverá ser efetuado por meio de instituição financeira e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central, em sistema administrado por entidades de registro e de liquidação financeira de ativos autorizados também pelo BC ou pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O CMN acrescentou que, devido à necessidade de adequação de sistemas operacionais, tanto das instituições quanto das entidades que efetuam o registro das operações, a norma passa a vigorar a partir de 15 de março.

Elétricas. O Conselho Monetário Nacional (CMN) também alterou a legislação para permitir que instituições financeiras possam receber garantias de empresas públicas do setor elétrico ao concederem empréstimos. Um dos objetivos da medida é facilitar o acesso ao crédito de Sociedades de Propósito Específico (SPE) em empreendimentos como as usinas hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau. Ao todo, companhias como a Eletrobrás poderão tomar até R$ 11 bilhões em crédito com garantia no sistema financeiro.

Essa garantia pode ser dada em títulos, entre outros ativos, e tem como objetivo reduzir o juro do financiamento.

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