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quinta-feira, outubro 29, 2009

Dólar avança pelo 3º dia e chega a R$ 1,75 - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 29/10/09 - Caderno Mercados


Dólar avança pelo 3º dia e chega a R$ 1,75
VINICIUS MEDEIROS

Em meio à forte aversão ao risco nas bolsas mundiais, a cotação do dólar comercial subiu ontem pelo terceiro dia seguido, fechando em alta de 0,86%, a R$ 1,753 para compra e R$ 1,755 para venda. Com a nova valorização, a moeda norte-americana diminui as perdas ante o real no acumulado no mês para 0,96% - no ano, os ganhos são de 24,84%. Acompanhando o movimento no balcão, o dólar turismo subiu 0,56%, a R$ 1,66 para compra e R$ 1,80 para venda.

A moeda norte-americana abriu a sessão em alta de 0,98% (R$ 1,757), ensaiou uma recuperação na parte da manhã, quando bateu na mínima de R$ 1,734 (-0,34%), mas a tendência de valorização se reforçou à tarde com nova atuação do Banco Central (BC). Em leilão de compra no mercado a vista, realizado entre 12h26 e 12h46, o BC fixou uma taxa de R$ 1,7419. A instituição também informou que, por meio dessas aquisições, retirou US$ 541 milhões de circulação na semana anterior, totalizando US$ 6,518 bilhões no mês de outubro.

"A cotação acompanhou o movimento da Bovespa. Com o noticiário desfavorável, muitos investidores estrangeiros aproveitaram para realizar lucros, o que provocou uma intensa saída de dólares", diz Daniel Castro, gestor do clube de investimento Horus Strategy. Apesar da recente valorização da moeda norte-americana ante o real, Castro descarta uma reversão de tendência nos rumos da divisa a médio e longo prazo.

"Só uma nova taxação sobre o capital estrangeiro, associada a uma penca de novos indicadores externos negativos pode mudar os rumos do dólar. Hoje, o Brasil acompanha o desempenho da divisa ao redor do mundo. Ainda assim, por conta do bom momento econômico brasileiro, a tendência de fortalecimento da Bovespa e de queda do dólar no futuro deve se manter", avalia.


Na Bolsa de Valores, Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar pronto também subiu pela terceira sessão seguida, fechando em elevação de 1,33%, a R$ 1,7548. O giro financeiro alcançou R$ 441,805 milhões, para 66 negócios. Já os contratos futuros fixados em dólares com vencimento em novembro, os de maior liquidez, encerraram o cotados a R$ 1,746, estável em relação ao fechamento da última terça-feira. Já os que vencem em dezembro, cederam 0,06%, a R$ 1,757.

O euro comercial chegou a segunda alta consecutiva, dessa vez de 0,27%, cotado a R$ 2,580 para compra e R$ 2,583 para venda. Na mesma tocada do balcão, o euro turismo subiu 0,36%, R$ 2,46 para compra e R$ 2,75 para venda.

Nos mercados internacionais, o dólar registrava, às 16h55, ganhos contra o euro (+0,57%/US$ 1,4720) e franco suíço (+0,39%/1,0259 francos) pela terceira sessão consecutiva. Mais uma vez, a única exceção era a libra esterlina, que se valorizava 0,31%, a US$ 1,6418. Entre as moedas asiáticas, às 16h58, o iene ganhava 1,12% frente ao dólar e 1,66% em relação ao euro, a 90,77 ienes e 133,63 ienes respectivamente.

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quinta-feira, outubro 22, 2009

Passado o susto, dólar retoma tendência de queda - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 22/10/09 - Caderno Mercados


Passado o susto, dólar retoma tendência de queda
Tatiana Gurjão

Passado o susto inicial com o início da cobrança de imposto no capital estrangeiro nas aplicações domésticas na terça-feira, a cotação do dólar voltou à sua trajetória de recuo ante o real e se desvalorizou 1,15%, a R$ 1,723 na compra e a R$ 1,725 na venda. A unidade americana começou o dia ao preço de R$ 1,767 e seguiu trajetória de queda. O Banco Central comprou dólares no mercado à vista, mas não informou a taxa de corte. A Ptax foi fixada em R$ 1,7432 para compra e a R$ 1,744 para venda.

Desde que foi anunciada a cobrança de Imposto sobre Operação Financeira (IOF) no fim de semana, a divisa dos Estados Unidos avançou 1%. Analistas afirmam, contudo, que a moeda americana continuará em declínio.

"O mercado estava tenso na terça-feira, com receio de que o governo estivesse mais intervencionista. A impressão foi desfeita depois que viram que esta ação não vai mudar praticamente nada. A única diferença será colocar na conta do Tesouro quanto será descontado sobre a aplicação", explicou Daniel Castro, gestor do clube de investimentos Horus Strategy.

De acordo com o gestor, investidores se assustaram por conta da rapidez do governo em adotar a medida e a ausência de diálogo com o mercado. A atração internacional pelo Brasil, segundo Castro, continua. "A notícia caiu mal porque foi inesperada, mas todo mundo continua querendo aplicar no País. Agora, no entanto, será de maneira mais cautelosa."


Antes da adoção do IOF, a entrada de dólares no País em outubro disparava para US$ 10,489 bilhões, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central nesta quarta-feira. A maior parte desse volume está relacionada a operações no mercado de capitais, principalmente a venda de units do Santander Brasil, e não a um movimento de antecipação ao IOF - já que a primeira notícia a respeito do imposto foi publicada somente na sexta-feira.

O BC comprou somente pouco mais que a metade desse volume, U$S 5,977 bilhões, o que, segundo cálculos do banco BNP Paribas, deve ter permitido aos bancos a cobertura de suas posições vendidas na moeda norte-americana.

Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar pronto terminou cotado a R$ 1,7359, queda de 1,48%. A rodada teve giro financeiro de R$ 300,707 milhões, com 55 negócios realizados. Nos contratos futuros, o dólar foi negociado a R$ 1,726 para novembro, a R$ 1,736 para dezembro e a R$ 1,746 para janeiro. No turismo, a unidade americana teve decréscimo de 0,56%, a R$ 1,68 para compra e a R$ 1,78 para venda.

No mercado futuro de dólar e cupom cambial, porém, os bancos seguiam até terça-feira com quase U$S 7 bilhões de posições vendidas que indicam uma aposta na valorização do real , em contraponto aos investidores estrangeiros.

De quinta a terça-feira, os estrangeiros triplicaram suas posições compradas em dólar, para cerca de U$S 6 bilhões, em um movimento de proteção a uma eventual alta da moeda norte-americana.

Já o euro comercial, recuou 0,42%, a R$ 2,59 na compra e a R$ 2,594 na venda. No turismo, a moeda única da Europa desceu 1,8%, a R$ 2,44 para compra, e a R$ 2,73 para venda.

Internacional. O dólar recuou ante uma cesta de moedas. Às 17h de Brasília, a unidade americana perdia 1,5% na comparação com a libra esterlina, a U$S 1.6626; na paridade com o franco suíço, declinava 0,7%, a 1.0047 francos suíços. Comparada à divisa japonesa, entretanto, a moeda dos EUA ganhava 0,23%, a 90.99 ienes.

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quarta-feira, outubro 14, 2009

Dólar, a R$ 1,72, em nova mínima do ano - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 14/10/09 - Caderno Mercados






Dólar, a R$ 1,72, em nova mínima do ano

VINICIUS MEDEIROS

De carona na onda de desvalorização do dólar ao redor do mundo, a cotação da moeda norte-americana fechou ontem em queda de 0,52%, a R$ 1,726 para venda e R$ 1,728 para compra, batendo nova mínima do ano. Em outubro, a divisa perde 2,48% ante o real e, no ano, a desvalorização chega a 26%. Já o dólar turismo acompanhou o movimento do balcão e cedeu 1,1%, cotado a R$ 1,65 para venda e R$ 1,79 para compra.

Na volta do feriado, a moeda norte-americana sempre operou no campo negativo. Apesar da contínua desvalorização ao longo da sessão, o Banco Central (BC) só anunciou o tradicional leilão de compra às 16h, realizando-o entre 16h06 e 16h16. O BC fixou a taxa de corte em R$ 1,727 e, em seguida, a cotação no balcão ampliou a baixa, renovando a mínima do dia e do ano. No fechamento interbancário, a divisa foi negociado a R$ 1,727 - taxa mais baixa desde 5 de setembro de 2008.

Além de uma penca de notícias positivas nos mercados internacionais, o dólar comercial também foi pressionado internamente por um leve fluxo financeiro positivo, decorrente da entrada dos últimos recursos estrangeiros que participaram da oferta pública de ações (IPO) do banco Santander - a liquidação da operação ocorreu ontem. "O otimismo no mercado, somado à entrada de capital especulativo no País, seja de renda fixa ou variável, estão se refletindo na queda da divisa. Ontem, nem a atuação do BC conteve a queda do dólar.", diz Daniel Castro, gestor do Clube de Investimento Horus Strategy.

Embora reconheça que a movimentada agenda desta semana, recheada com balanços de importantes empresas nos Estados Unidos, possa influenciar na cotação do dólar, Castro não enxerga uma possível reversão na tendência de queda. "A cotação do dólar futuro para 1º de novembro atingiu sua mínima desde a criação do indicador, fixando-se em um valor próximo aos patamares pré-crise. Trata-se de um ótimo indicativo de que a tendência de queda deve continuar. Se os resultados dos balanços forem positivos, pode-se projetar um dólar a R$ 1,65 no final do ano, pois a R$ 1,70 já é uma realidade", avalia.


Euro sobe. Na Bolsa de Mercadorias & Futuro (BM&F), o dólar pronto também acompanhou o movimento do balcão e fechou em queda de 0,64%, a R$ 1,731. O giro financeiro foi de R$ 352,651 milhões, para 78 negócios. O euro reverteu seis sessões consecutivas em baixa e subiu 0,35%, a R$ 2,559 para compra e R$ 2,563 para venda. Já o euro turismo caiu 0,37%, a R$ 2,46 para compra e R$ 2,71 para venda.

Nos mercados internacionais, o dólar caiu antes as principais divisas globais. Às 19h01, a moeda norte-americana cedia 0,55% ante ao euro e 0,80 frente a libra esterlina, cotada a US$ 1,4854 e US$ 1,5925, respectivamente. Na mesma tocada, o franco suíço se valorizava 0,53%, a 1,0216 francos. A única exceção do dia foi o iene, que, às 1905, perdia 0,12%, a 89,71 ienes.

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sexta-feira, outubro 09, 2009

Dólar cai mais ainda e vale R$ 1,739 - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 09/10/09 - Caderno Mercados






Dólar cai mais ainda e vale R$ 1,739

Tatiana Gurjão

O dólar atingiu o menor patamar do ano pela terceira vez esta semana. A moeda americana bateu a cotação de R$ 1,737 para compra e R$ 1,739 para venda, queda de 0,97% nesta quinta-feira. A sessão interbancária foi turbulenta pela manhã, antes que a cotação despencasse no início da tarde. A taxa Ptax encerrou ao preço de R$ 1,7404 para compra, e R$ 1,7412 para venda.

Entre os indicadores com maior repercussão, estavam o lucro da Alcoa no terceiro trimestre, o aumento das vendas de grandes varejistas norte-americanas e a melhora do mercado de trabalho nos Estados Unidos e na Austrália. A queda do dólar ganhou fôlego adicional nos últimos minutos de sessão, após o leilão de compra de dólares do Banco Central (BC).

Um operador que preferiu não ser identificado afirmou que o BC comprou relativamente pouco em relação ao fluxo percebido no dia, mas ele lembrou que a queda adicional da moeda se deve mais ao fato de que, em condições favoráveis, o mercado freia a baixa do dólar antes das atuações do BC para poder vender os dólares à autoridade monetária a um preço mais alto.

Na avaliação do mercado, o BC não tem reduzido a intensidade dos leilões para enxugar o excesso de liquidez e continua a comprar "agressivamente", nas palavras do ministro da Fazenda, Guido Mantega. O dado que aponta acréscimo de apenas U$S 58 milhões nas reservas internacionais por meio de intervenções no mercado de dólar à vista nos dois primeiros dias de outubro refere-se a leilões feitos no final de setembro em dias de fluxo igualmente fraco. Eles aparecem em outubro porque foram liquidados neste mês.

Já a compra maciça dos bilhões de dólares atraídos pelo IPO do Santander, conforme reportado por profissionais de mercado, é somente uma repetição da estratégia adotada diariamente pela autoridade monetária nos últimos meses, com um volume maior por causa do aumento pontual do fluxo. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar viva voz caiu 0,76%, a R$ 1,7441. A rodada teve giro financeiro de R$ 179.212 milhões. Nos contratos futuros, a moeda americana foi negociada a R$ 1,743 para novembro, a R$ 1,752 para dezembro, e a R$ 1,762 para janeiro. No turismo, a divisa dos Estados Unidos recuou 1,1%, a R$ 1,66 para compra, e R$ 1,80 para venda.

"Os estrangeiros estão considerando investir no Brasil é o país do momento", definiu Daniel Castro, gestor do clube de investimentos Horus Strategy. O IPO do banco espanhol Santander foi um dos responsáveis pela derrubada do preço da moeda americana, no entendimento dele.

"Há um excesso de ânimo no mercado, com grande entrada de capital externo no País esta semana. Está todo mundo acreditando na economia brasileira. Ainda há muito espaço para o dólar cair."


O euro também se desvalorizou ante o real, e perdeu 0,16%, a R$ 2,569 para compra e R$ 2,573 para venda. No turismo, a divisa europeia desceu 0,73%, a R$ 2,43 para compra, e R$ 2,72 para venda.

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