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quinta-feira, setembro 10, 2009

Compra de importadores causa elevação do dólar - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 10/09/09



Compra de importadores causa elevação do dólar

Tatiana Gurjão

Em dia fraco de divulgação de dados expressivos, o dólar voltou a se valorizar. O comercial fechou em alta de 0,55%, cotado a R$ 1,834 para compra, e R$ 1,836 para venda. No turismo, a unidade americana se manteve estável pela segunda sessão consecutiva, a R$ 1,75 na compra, e R$ 1,89 na venda. O Banco Central (BC) voltou a intervir no mercado à vista, e comprou dólares em leilão à taxa de corte a R$ 1,8377, enquanto a moeda era negociada a R$ 1,838 no balcão. A taxa Ptax terminou a sessão valendo R$ 1,8272 na compra e R$ 1,828 na venda.

"A gente ainda vê incerteza pairando no ar. Além de fatores como ajuste e a compra de importadores, o dólar subiu acompanhando a piora na bolsa (paulista)", avaliou o operador de câmbio Marcos Trabbold, da B&T Corretora de Câmbio.

Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar pronto encerrou ao preço de R$ 1,8357, avanço de 0,53%. A divisa dos EUA oscilou entre R$ 1,8197 e R$ 1,8399. Apenas 78 negócios foram fechados, que movimentaram R$ 362.228 milhões. Nos contratos futuros, a moeda dos EUA foi negociada a R$ 1,843 em outubro, R$ 1,853 em novembro, e R$ 1,862 em dezembro.

"O mercado esteve bem chocho hoje (ontem). Até o preço do petróleo se manteve, praticamente, estável", resumiu Daniel Castro, gestor do clube de investimentos Horus Strategy. Ele explica, com gráficos, a valorização da moeda americana na quarta-feira, e a possível trajetória dela até dezembro. "O ativo se aproximou de uma zona de suporte, que é um repique de alta. Ele (o dólar) está em um ponto de equilíbrio a curto prazo. O dólar teve uma forte depreciação esses dias, e pode atingir a zona de suporte de R$ 1,82, com uma ligeira alta. A tendência é que a cotação caia frente ao real, cerca de R$ 0,05 por mês, até o fim do ano."

Outro fator que ele atribui à apatia do mercado ontem é a expectativa dos investidores com relação a indicadores que saem hoje e amanhã, como as divulgações da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), do Índice Geral de Preço do Mercado (IGPM) e de dados dos EUA sobre balança comercial e pedidos de seguro-desemprego.

O euro também teve acréscimo ante o real, e o comercial terminou cotado a R$ 2,668 para compra, e R$ 2,671 para venda, alta de 0,87%. No turismo, a unidade da Europa avançou 1,07%, a R$ 2,53 para compra e R$ R$ 2,83 para venda.

Fluxo cambial. O BC informou que o fluxo cambial ficou positivo em U$S 2,957 bilhões em agosto. Neste período, a instuição comprou U$S 2,625 bilhões no mercado à vista. A posição vendida dos bancos diminuiu para U$S 1,14 bilhão no final do mês passado. No final de julho, o montante somava U$S 1,52 bilhão.

"Os bancos estão tentando reduzir ou mesmo zerar suas posições vendidas no mercado à vista, pois já ganharam bastante com essa exposição e não têm certeza de que poderão continuar lucrando com isso", considerou Trabbold, da B&T Corretora.

Internacional. A desvalorização do dólar nos mercados internacionais empurrou a taxa de paridade central dólar-yuan para um patamar abaixo de seu suporte. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado a 6,8288 yuans, acréscimo de 0,02%.

Às 19h23 de Brasília, a moeda dos EUA se mantinha estável ante o euro e o franco suíço, a U$S 1,4558 e 1.0413 francos suíços, respectivamente. Frente à divisa do Japão, o dólar caía 0,03%, a 92.01 ienes; contra a libra, a moeda americana subia 0,07%, a U$S 1,6537. Já o euro, ante a moeda japonesa, desvalorizava-se 0,04%, a 133.93 ienes. (Com agências)

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