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quarta-feira, setembro 30, 2009

Dólar, em dia estável, fecha cotado a R$ 1,79 - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 30/09/09 - Caderno Mercados



Dólar, em dia estável, fecha cotado a R$ 1,79

VINICIUS MEDEIROS

Em uma sessão volátil, em que o cenário externo negativo contrabalançou a tendência de baixa projetada pelo mercado interno, a cotação do dólar comercial fechou estável ante ao real, a R$ 1,791 para compra e R$ 1,793 para venda. A moeda norte-americana abriu a sessão em alta de 0,29% e oscilou durante toda a sessão entre uma elevação de 0,17% (R$ 1,796) e um recuo de 0,22% (R$ 1,789). A atuação do Banco Central (BC), no entanto, mais uma vez segurou a queda da divisa. Em sintonia com o balcão, o dólar turismo também sustentou o preço de segunda-feira, a R$ 1,71 para compra e R$ 1,85 para venda.

Em entrevista concedida ontem, Henrique Meirelles, presidente do BC, disse que não há movimentos unidirecionais na taxa de câmbio e que o mercado deve considerar a cotação do dólar ante várias moedas e não somente frente ao real. Daniel Castro, gestor do Clube de Investimento Horus Strategy, concorda: "Embora o mercado projete uma valorização, principalmente por conta do ingressos de recursos no curto prazo na Bovespa, não se trata de um avanço do real. A moeda norte-americana vem sistematicamente cedendo terreno ante as principais divisas globais, como bem sinalizou Meirelles. Apesar das boas perspectivas, esse fator explica melhor a queda", avalia.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuro (BM&F), o dólar pronto fechou praticamente estável, com leve alta de 0,08%, a R$ 1,7925. O giro financeiro foi de R$ 608,305 milhões, para 16 negócios.

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segunda-feira, setembro 28, 2009

Clubes conquistam espaço - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 28/09/09 - Caderno Seu Dinheiro


Segue a matéria em pdf:
Clubes de Investimento.pdf


Clubes conquistam espaço

Tatiana Gurjão

No que depender dos clubes de investimentos, a velha máxima "amigos, amigos, negócios à parte" perderá cada vez mais fundamento. A quantidade de amigos que têm se associado com este fim vem crescendo a cada mês só em agosto, foram registrados 57. O número é quase igual ao do mesmo mês em 2008 período anterior ao da fase mais crítica da turbulência financeira, quando foram criados 58.

Há no Brasil, 2.820 grupos. O número é pequeno quando comparado a outros países. Na França, por exemplo, há 16 mil. Théo Rodrigues, diretor geral do Instituto Nacional de Investidores (INI), se diz otimista com o crescimento desta modalidade de investimento. "Uma pesquisa realizada há dois anos, com os integrantes da comunidade do INI, revelou que a maioria das pessoas que pretendem investir querem gerir a própria carteira. O brasileiro tem um espírito empreendedor, o que o leva a ter um perfil adequado para administrar um grupo."

Com três pessoas, já é possível formar um. O ideal é que os integrantes tenham os mesmos objetivos para, assim, o gestor poder aplicar os recursos de acordo com a intenção deles. Geralmente, são compostos por quem faz parte do núcleo familiar e de amigos do gestor. O valor inicial para montar um grupo varia de acordo com a corretora. Segundo Rodrigues, há desde as que exigem valores elevados a casos de outras que admitem até um ano para o clube alcançar a quantia de R$ 30 mil. "Neste caso, o valor mínimo do grupo deveria ser o suficiente para comprar um lote de ações, digamos R$ 3 mil por exemplo. Se houver um grupo formado por dez pessoas, e, cada uma colocar em média R$ 250 por mês, em um ano dará para conseguir o dinheiro exigido."

A carteira tem que possuir, pelo menos, 51% das aplicações em ações, e nenhum participante poderá ter mais de 40% das cotas. A média das carteiras é de 67% aplicado no mercado acionário.

Daniel Castro, gerente financeiro de uma multinacional, resolveu abrir o grupo Horus Strategy, para facilitar as operações que realizava em ações para parentes. "Investia na conta dos meus pais, cunhado e outros familiares via home broker. Dava muito trabalho ter de fazer login com a senha de cada um. Como a estratégia era a mesma para todos, vi que meu tempo seria poupado se administrasse os recursos de uma vez só, por meio de um clube."´Segundo o diretor do INI, o ideal é que os próprios quotistas façam a gestão do grupo, mas que também ouçam os conselhos de um analista de investimentos.

Rodrigues considera que, após um período entre seis meses e um ano de estudo sobre o mercado de ações, a pessoa possa estar preparada para gerir um clube, dependendo dos conhecimentos que tenha, ou de quanto tempo se dedicará ao assunto. Ele ressalta que, como muitas vezes a decisão é tomada em conjunto, isso pode estimular a confiança do gestor e permitir o aprendizado.

Para fundar um clube, é necessário procurar uma corretora. Ela poderá, também, aconselhar na escolha dos investimentos. Pela administração, é cobrada taxa de cerca de 2% ao ano do clube. Será a corretora quem cuidará do processo burocrático. A documentação exigida necessitará do aval da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa), instituições responsáveis por registrar e fiscalizar os clubes.

Não há prazo mínimo para permanecer em um grupo. Pode-se sair a qualquer momento, e o resgate do valor referente às quotas é feito em quatro dias úteis, com alíquota de 15% de Imposto de Renda (IR). "É quase um negócio de família. Meu pai, por exemplo, é o presidente. Entre os pontos altos, está a transparência, que é maior do que a de um fundo, pois o integrante sabe exatamente onde e quanto está sendo aplicado. Além disso, há um caráter pedagógico, pois o administrador auxilia aos leigos como operar, como encontrar os pontos de venda e de compra, como manter uma carteira. Tem essa proximidade do gestor", contou Daniel Castro.

O administrador Francisco Costa viu seu clube crescer tanto, que teve de registrar outro, pois estourou o limite de 150 pessoas. Em 2003, ele abriu o Interação com três colegas de emprego. Com o apoio da empresa em que trabalham, conseguiram emplacar duas matérias na revista corporativa. Foi, então, que o clube ganhou destaque, e, hoje, agrega 126 pessoas, depois da saída de algumas.

Apesar de a lei permitir que clubes montados com parceiros de trabalho ultrapassem o número máximo de participantes estabelecido, como ingressaram familiares, a CVM não autorizou. Para todos interessados poderem participar do clube, Costa abriu o Superação em 2006, com 76 integrantes atualmente. A estratégia usada para ambos é a mesma aposta nas ações de primeira linha, as chamadas "bluechips".

Para atrair mais cotistas, ele reuniu vizinhos de condomínio e mostrou o sucesso do primeiro clube. Argumentou, também, como poderia ser rentável começar a aplicar o quanto antes para formar uma aposentadoria para os filhos.

De acordo com o administrador dos clubes, hoje há sócios, como prefere chamar os cotistas, do Nordeste ao Sul do País. Ele envia boletins bimestrais à todos, com argumentos e explicação sobre determinada estratégia e com o extrato que recebe da corretora, que contêm informações sobre o preço das ações e quais estão compradas.

Como montar um clube de investimentos

São necessárias, no mínimo, três pessoas

Depois, é obrigatório procurar uma corretora. Será ela quem cuidará do processo burocrático.
O valor inicial cobrado varia de acordo com a corretora escolhida.
Pelo menos, 51% do patrimônio tem de estar aplicado em ações.
No resgate, é cobrada uma alíquota de 15% referente ao Imposto de Renda.

Para otimizar a rentabilidade do clube:

Todos os sócios devem ser estimulados a estudar os métodos de análise de ações.
Os sócios devem possuir a mesma filosofia de investimento (investir a longo prazo em vez de tentar prever as oscilações diárias do mercado).
O número de sócios deve ser compatível com a participação de todos nas decisões do clube (entre 10 e 15 pessoas).
É interessante que os sócios possuam talentos complementares.
As reuniões devem ser agradáveis, que não desestimulem seus participantes.

Sobre o dia-a-dia dos clubes, o INI sugere que:

O clube faça uma reunião por mês, com cerca de 1h30 de duração, em um lugar acessível a todos os sócios.
A primeira parte da reunião (30 a 45 minutos) seja dedicada à educação dos sócios.
Cada sócio aprenda a analisar uma empresa ou um setor e apresente, nas reuniões, os resultados de suas análises.
Um ou mais sócios fique responsável por acompanhar a administração e a contabilidade - feita pelo administrador contratado.
Analistas ou profissionais de investimentos sejam convidados, de tempos em tempos, para as reuniões mensais.

Fonte: INI

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terça-feira, setembro 15, 2009

Dólar, em queda livre, recua 0,77%, a 1,813 - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 15/09/09




Dólar, em queda livre, recua 0,77%, a R$ 1,813

VINICIUS MEDEIROS

Influenciado por notícias do exterior, o dólar comercial fechou ontem em queda de 0,77%, cotado a R$ 1,811 para compra e R$ 1,813 para venda. Depois de abrir em alta de 0,54% (R$ 1,837), acompanhando o mau humor inicial dos mercados internacionais, a moeda norte-americana cedeu ainda pela manhã, chegando a casa de R$ 1,81 às 11h, patamar em que se manteria até o fechamento na mínima da sessão. Em contrapartida, o dólar turismo avançou 1,6%, a R$ 1,76 para compra e R$ 1,90 para venda.

Para Daniel Castro, gestor do Clube de Investimento Horus Strategy, a venda de dólares no mercado futuro também teve influência na queda de ontem. "Diversas variáveis influenciam no mercado de câmbio, principalmente notícias internacionais, mas um movimento de venda no dólar futuro sempre leva o spot para baixo", avalia. Castro crê que a moeda deve romper a barreira de R$ 1,80 ainda este mês.

"O câmbio está sempre sujeito a ajustes durante algumas sessões. Hoje (ontem), projetava alta, mas ela não aconteceu. Creio que essa semana ele deve subir um pouco, mas a tendência de queda é clara. O suporte de baixa está ficando cada vez menor e é possível que ainda este mês a divisa esteja abaixo de R$ 1,80. Minha aposta é entre R$ 1,70 e R$ 1,75 no final do ano", diz.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuro (BM&F), o dólar pronto também operou o dia todo em queda, chegou a bater a mínima de R$ 1,81, mas fechou a R$ 1,8125 (-0,79%). O giro financeiro foi de R$ 311,945 milhões, para 80 negócios. Entre os contratos futuros indexados à moeda norte-americana com vencimento em outubro caíam 1,17% perto das 17 horas, para R$ 1,8145. Em novo leilão no mercado à vista, o Banco Central (BC) comprou a divisa numa taxa de corte fixada em R$ 1,8175.

O real também se valorizou ante ao euro. Enquanto o euro comercial fechou em queda de 0,49%, a R$ 2,647 para compra e R$ 2,651 para venda, o turismo cedeu 0,36%, cotado a R$ 2,51 para compra e R$ 2,80 para venda.

Internacional. Nos mercados internacionais, o dólar registrou perdas ante as principais divisas europeias. Às 18h03, a moeda norte-americana cedia 0,32% ante ao euro e 0,38% frente ao franco suíço, cotado a US$ 1,4618 e 1,0345 francos, respectivamente. A exceção foi a libra esterlina, que caiu 0,44%, a US$ 1,6583. Às 18h10, o iene cedia 0,26% frente ao dólar e 0,58% ante o euro, cotado em 90,71 e 132,94 ienes, respectivamente.

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quinta-feira, setembro 10, 2009

Compra de importadores causa elevação do dólar - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 10/09/09



Compra de importadores causa elevação do dólar

Tatiana Gurjão

Em dia fraco de divulgação de dados expressivos, o dólar voltou a se valorizar. O comercial fechou em alta de 0,55%, cotado a R$ 1,834 para compra, e R$ 1,836 para venda. No turismo, a unidade americana se manteve estável pela segunda sessão consecutiva, a R$ 1,75 na compra, e R$ 1,89 na venda. O Banco Central (BC) voltou a intervir no mercado à vista, e comprou dólares em leilão à taxa de corte a R$ 1,8377, enquanto a moeda era negociada a R$ 1,838 no balcão. A taxa Ptax terminou a sessão valendo R$ 1,8272 na compra e R$ 1,828 na venda.

"A gente ainda vê incerteza pairando no ar. Além de fatores como ajuste e a compra de importadores, o dólar subiu acompanhando a piora na bolsa (paulista)", avaliou o operador de câmbio Marcos Trabbold, da B&T Corretora de Câmbio.

Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar pronto encerrou ao preço de R$ 1,8357, avanço de 0,53%. A divisa dos EUA oscilou entre R$ 1,8197 e R$ 1,8399. Apenas 78 negócios foram fechados, que movimentaram R$ 362.228 milhões. Nos contratos futuros, a moeda dos EUA foi negociada a R$ 1,843 em outubro, R$ 1,853 em novembro, e R$ 1,862 em dezembro.

"O mercado esteve bem chocho hoje (ontem). Até o preço do petróleo se manteve, praticamente, estável", resumiu Daniel Castro, gestor do clube de investimentos Horus Strategy. Ele explica, com gráficos, a valorização da moeda americana na quarta-feira, e a possível trajetória dela até dezembro. "O ativo se aproximou de uma zona de suporte, que é um repique de alta. Ele (o dólar) está em um ponto de equilíbrio a curto prazo. O dólar teve uma forte depreciação esses dias, e pode atingir a zona de suporte de R$ 1,82, com uma ligeira alta. A tendência é que a cotação caia frente ao real, cerca de R$ 0,05 por mês, até o fim do ano."

Outro fator que ele atribui à apatia do mercado ontem é a expectativa dos investidores com relação a indicadores que saem hoje e amanhã, como as divulgações da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), do Índice Geral de Preço do Mercado (IGPM) e de dados dos EUA sobre balança comercial e pedidos de seguro-desemprego.

O euro também teve acréscimo ante o real, e o comercial terminou cotado a R$ 2,668 para compra, e R$ 2,671 para venda, alta de 0,87%. No turismo, a unidade da Europa avançou 1,07%, a R$ 2,53 para compra e R$ R$ 2,83 para venda.

Fluxo cambial. O BC informou que o fluxo cambial ficou positivo em U$S 2,957 bilhões em agosto. Neste período, a instuição comprou U$S 2,625 bilhões no mercado à vista. A posição vendida dos bancos diminuiu para U$S 1,14 bilhão no final do mês passado. No final de julho, o montante somava U$S 1,52 bilhão.

"Os bancos estão tentando reduzir ou mesmo zerar suas posições vendidas no mercado à vista, pois já ganharam bastante com essa exposição e não têm certeza de que poderão continuar lucrando com isso", considerou Trabbold, da B&T Corretora.

Internacional. A desvalorização do dólar nos mercados internacionais empurrou a taxa de paridade central dólar-yuan para um patamar abaixo de seu suporte. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado a 6,8288 yuans, acréscimo de 0,02%.

Às 19h23 de Brasília, a moeda dos EUA se mantinha estável ante o euro e o franco suíço, a U$S 1,4558 e 1.0413 francos suíços, respectivamente. Frente à divisa do Japão, o dólar caía 0,03%, a 92.01 ienes; contra a libra, a moeda americana subia 0,07%, a U$S 1,6537. Já o euro, ante a moeda japonesa, desvalorizava-se 0,04%, a 133.93 ienes. (Com agências)

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segunda-feira, setembro 07, 2009

Dólar volta a recuar e fecha semana a R$ 1,84 - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 07/09/09 - Caderno Mercados



Dólar volta a recuar e fecha semana a R$ 1,84

VINICIUS MEDEIROS

O dólar comercial, influenciado pelas boas notícias no exterior, reverteu as altas acumuladas no final de agosto e fechou a primeira semana de setembro em queda de 2,49%, cotado a R$ 1,838 para compra e R$ 1,84 para venda. No ano, a valorização do real ante a divisa norte-americana já chega a 21,19%. Na contramão deste movimento, o dólar turismo fechou estável, a R$ 1,74 para compra e R$ 1,95 para venda.

Na sexta-feira, em dia de poucos negócios e reação à recuperação dos mercados internacionais, a moeda se manteve em queda frente ao real desde a abertura, encerrando a terceira sessão consecutiva em declínio. "O marco regulatório do pré-sal e as ofertas públicas de ações de empresas como Banco Santander e Cetip devem trazer uma enxurrada de dólares para o mercado brasileiro nos próximos meses, corroborando o fortalecimento do real. Com a trajetória de queda bem desenhada, a moeda pode fechar o ano a R$ 1,70 ou R$ 1,75. Ainda assim, haverá ajustes ao longo do caminho", avalia Daniel Castro, gestor do Clube de Investimento Horus Strategy.

O dólar pronto também fechou a semana em queda, com perdas de 2,72%, a R$ 1,8385. O euro também viveu uma semana de desvalorização ante à moeda brasileira. No balcão, a divisa europeia caiu 2,4%, cotado a R$ 2,632 para compra e R$ 2,638 para venda. Já o euro turismo recuou 2,8%, a R$ 2,49 para compra e R$ 2,78 para venda.

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