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quarta-feira, agosto 26, 2009

Em dia de volatilidade, dólar sobe 0,65%, a R$ 1,85 - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 26/08/09 - Caderno Mercados






Em dia de volatilidade, dólar sobe 0,65%, a R$ 1,85

Tatiana Gurjão

Em sessão turbulenta, o dólar comercial subiu pela segunda sessão consecutiva e furou a barreira de R$ 1,85, fechando cotado a R$ 1,855 para compra e R$ 1,857 para venda, avanço de 0,65%. A moeda americana bateu a mínima de R$ 1,832, às 11h, e alcançou o valor de R$ 1,86 às 16h.

Ainda no mercado interbancário, a taxa Ptax ficou ao preço de R$ 1,8411 na compra, e R$ 1,8419 na venda. No turismo, a moeda norte americana permaneceu estável pela quarta sessão consecutiva, a R$ 1,76 na compra, e R$ 1,90 na venda.

Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar pronto encerrou a rodada valendo R$ 1,854, acréscimo de 0,49%. Os 115 negócios fechados movimentaram R$ 578,474 milhões. O dólar viva-voz oscilou entre R$ 1,831 e R$ 1,86. Nos contratos futuros, a moeda americana foi negociada a R$ 1,858 para setembro, R$ 1,869 para outubro e R$ 1,878 para novembro.

Para Daniel Castro, gerente financeiro para a América Latina de uma multinacional sueca da indústria de equipamentos, o movimento no mercado de câmbio ontem foi especulativo. "Houve especulação devido às expectativas sobre os estoques de petróleo nos Estados Unidos, que saem amanhã (hoje). Os bancos mudaram a posição de suas carteiras em relação às commodities, já que o petróleo teve variação de 3% no valor. Os players menores viram com desconfiança essa troca e acompanharam o movimento."

De acordo com o gerente financeiro regional, o fato de o BC ter divulgado a projeção, via boletim Focus, de que o dólar estará cotado a R$ 1,85 em dezembro, influencia na cotação real da moeda. "É uma profecia autorealizada. Os contratos futuros têm sido negociados nessa faixa, pelo receio do mercado de se arriscar. No momento, esta paridade é o ponto de equilíbrio do câmbio."

Ele adianta que amanhã será o dia em que a moeda americana poderá sofrer mais oscilação nesta semana, por causa da apresentação de índices referentes ao seguro-desemprego nos EUA.


Já o euro comercial valorizou-se em 0,83%, a R$ 2,655 na compra, e R$ 2,658 na venda. No turismo, a divisa europeia teve aumento de 1,43%, cotada a R$ 2,53 para compra, e R$ 2,83 para venda.

Internacional. No mercado internacional, às 17h17, o euro avançava 0,03%, a US$ 1,43; na comparação com a divisa japonesa, o euro subia 0,04%, a 134.65 ienes.

Às 19h12 de Brasília, o dólar subia 0,16% sobre a moeda japonesa, a 94,15 ienes; frente à libra, ganhava 0,36%, a US$ 1,635; na comparação com o franco suíço se manteve praticamente estável, a 1,0617 francos suíços, avanço de 0,009%. No mercado de balcão, o dólar se valorizava 0,004% sobre a moeda da China, cotado a 6,8318 yuans.

Matéria Completa: JornaldoCommercioCadernoMercados26B02.pdf

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quarta-feira, agosto 19, 2009

Strategic Treasury Management 2009 - 2ª Edição

Próximos dias 18, 19 e 20 de Agosto de 2009 se realizará a segunda edição do Strategic Treasury no Blue Tree Towers Paulista, São Paulo.


Dia 19/08/09 às 14:00
A otimização da gestão do hedge cambial em um mercado extremamente volátil


O mercado de derivativos ao longo dos anos vem ganhando complexidade e liquidez, além de maior controle através de normas internacionais de contabilidade como o IFRS. Dentro deste contexto a marcação a mercado (MTM) se faz obrigatória uma vez ao mês para fins contábeis mas pode ser levada ao extremo através de um controle diário com o intuito de se otimizar a carteira de hedges conforme as movimentações do mercado de câmbio, mercado a termo, mercado futuro, mercado de opções e swaps.

- Aproveitamento de oportunidades de mercado para otimização da carteira de hedge.
- Alinhamento do planejamento de comércio exterior e exposição cambial vis-à-vis a contratação de hedges.
- O uso de análise técnica nos trades de derivativos.

Daniel Castro - Gerente Financeiro América Latina da Husqvarna


Baixe aqui a programação completa: brochure.pdf

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quarta-feira, agosto 12, 2009

Dólar segue trajetória de desvalorização - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 12/08/09 - Caderno Mercados






Dólar segue trajetória de desvalorização

Tatiana Gurjão

Apesar de ter começado a semana em alta, o dólar voltou a se desvalorizar ante o real. No mercado interbancário, a divisa dos Estados Unidos teve depreciação de 0,38%, fechando à cotação de R$ 1,841 na compra e R$ 1,83 na venda. A moeda americana iniciou a sessão em leve alta, cotada a R$ 1,86, mas seguiu ladeira abaixo ao longo da tarde, a despeito do movimento vendedor no mercado acionário brasileiro.

A taxa Ptax da terça-feira ficou em R$ 1,8449 para compra e R$ 1,8457 para venda. À tarde, o Banco Central (BC) comprou dólares, em leilão, a uma taxa de corte de R$ 1,8399. O dólar turismo andou em direção oposta ao comercial e avançou 1,06%, a R$ 1,76 para compra e R$ 1,90 para venda.

Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar pronto recuou 0,3%, e fechou cotado a R$ 1,8425. O giro financeiro foi de R$ 132.790 milhões, com apenas 39 negócios realizados. Os contratos futuros foram negociados abaixo da barreira psicológica de R$ 2. Para setembro, a cotação fechou em R$ 1,849; para outubro, a R$ 1,86 e para novembro, a R$ 1,871.

"A liberação de recursos de financiamento para empresas exportadoras pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pode ter impactado o real ontem", acredita Daniel Castro, professor de Consultoria e Investimentos Financeiros da FGV. "Os juros desta liberação do BNDES estão muito baixos (4,5%). Ao invés de a empresa pegar empréstimo no exterior, ela vai preferir fazê-lo aqui. Essa linha de financiamento compete com o adiamento de contrato em dólar."

Segundo o professor, o empréstimo faz parte do pacote de medidas anticíclicas adotadas pelo governo federal. O financiamento é de R$ 7,6 bilhões e vale até o fim do ano, ou até ser repassada toda a verba. Castro adianta que a economia só será beneficiada com este recurso, no entanto, caso haja demanda externa. "A exportação é quem rege a demanda. As empresas vão lucrar se a economia recuperar o fôlego."

De acordo com Castro, o dólar continuará a ser depreciado na comparação com o real. "A balança comercial está positiva, e as aplicações externas devem continuar a todo vapor ao País, tanto em renda variável quanto na fixa. Mesmo com juros menores, nossas taxas ainda são altas o bastante para atrair capital estrangeiro."

Ele ressalta, no entanto, que o BC deverá continuar a intervir para frear a queda excessiva do dólar. "Eles nem avisam mais quando vão comprar dólares. A intenção do BC com essa manobra é desarmar quem faz um câmbio especulativo. O Henrique Meirelles (presidente da instituição) já deu um puxão de orelha na semana passada para que parem de brincar com a divisa dos EUA."

O professor estima que a moeda americana se desvalorize ao ritmo de cinco centavos por mês frente ao real e, após uma leve alta no fim do ano, feche 2009 cotada a cerca de R$ 1,70.


De acordo com a diretora de câmbio da AGK Corretora, Miriam Tavares, investidores procuraram vender dólar, aproveitando o repique da divisa. "No quadro atual do câmbio doméstico, quando o dólar chega nos níveis de 1,850 real ou ultrapassa essa cotação, entram os vendedores querendo lucrar com a alta."BM&FBovespa, o volume negociado no mercado de câmbio à vista somava cerca de 2,35 bilhões de dólares.

EURO. O euro comercial teve retração de 0,19%, a R$ 2,605 para compra, e R$ 2,609 para venda. No turismo, a divisa europeia despencou 2,52%, cotada a R$ 2,48 na compra, e R$ 2,77 na venda. Às 19h05 de Brasília, a moeda da Europa tinha apreciação de 0,06% contra o dólar, a U$S 1,4149, e, perante a divisa japonesa, recuava 1,12%, a 135.82 ienes.

Na comparação com o iene, a moeda dos EUA perdeu 1,19%, a 95.99; frente à libra, recuou 0,01%, a U$S 1,6478. Quando comparado ao franco suíço, o dólar retraiu 0,34%, a 1,0818.

O contínuo fortalecimento do dólar nos mercados internacionais após o horário de negociações na Ásia levou o yuan a uma nova desvalorização sobre a moeda norte-americana. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado a 6,8350 yuans, de 6,8344 yuans do fechamento de segunda-feira. (com agências)

Matéria Completa: jornaldocommercio120809B2.pdf

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quarta-feira, agosto 05, 2009

Dólar em mais um recorde de baixa | Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 05/08/09 - Caderno Mercados






Dólar em mais um recorde de baixa

Tatiana Gurjão

A moeda americana bateu ontem mais um recorde de desvalorização no ano. O dólar comercial fechou a R$ 1,821 na compra e R$ 1823, na venda, com depreciação de 0,65%. A cotação é a menor desde o dia 25 se de setembro do ano passado, quando a moeda fechou a R$ 1,822, no momento em que se aprofundava a turbulência financeira mundial.

No turismo, a moeda dos EUA terminou a R$ 1,75 na compra, e R$ 1,89 na venda, queda de 0,52%. O dólar Ptax ficou cotado a R$ 1,82640 para compra, e R$ 1,82720, para venda. Pela manhã, o Banco Central comprou a divisa americana à taxa de corte de R$ 1,8364.

Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar viva-voz esteve cotado no fim da sessão a R$ 1,823, queda de 0,65%, com 34 negócios realizados. O giro financeiro movimentou R$ 173.069 milhões. Para os próximos dois meses, os investidores apostaram que o dólar continuará abaixo da barreira psicológica de R$ 1,85. Nos contratos para setembro, a moeda americana ficou cotada a R$ 1,832; em outubro, a R$ 1,843.

"O Brasil é um oásis no cenário econômico mundial." Foi assim que o fundador do clube de Investimentos Horus Strategy, Daniel Castro, definiu a entrada maciça de capital estrangeiro no País, que tem derrubado a cotação da moeda norte-americana. Ele afirma que o Brasil é o segundo melhor País para se investir. O primeiro colocado, para ele, é a China.

"Os fundos internacionais têm optado por fazer seu capital aqui, por não termos investimentos tão arriscados como os hipotecários. Há, também, diversidade na economia. O fato de o Brasil não ter sido tão atingido pela a crise o deixou ainda mais atraente do que antes."

Ele diz que os dados sobre vendas de imóveis nos Estados Unidos podem ter contribuído para devolver o otimismo aos investidores internacionais. "Se o estopim da crise (a venda de casas) tem se recuperado, aumenta o ânimo dos investimentos mundiais, pois dá impressão que o pior da turbulência já passou."

De acordo com Castro, a valorização do real frente ao dólar já prejudica os setores têxtil e de calçados, por causa da concorrência com a China, que pratica preços abaixo do mercado. Ele ressalta, porém, que as commodities ainda não foram afetadas. "A alta do preço das matérias-primas, como minério de ferro e petróleo, continuarão a puxar para cima a balança comercial brasileira."

Até dezembro, ele acredita que o valor do dólar esteja em R$ 1,70. "Esse valor representaria um ponto de equilíbrio. Abaixo disso, pode atrapalhar a dinâmica da economia, e reduzir a produção industrial, por conta da diminuição da exportação."

O fundador do clube avalia o Banco Central poderá diminuir sua interferência na cotação do dólar. "As reservas cambiais já estão grandes. O "colchão" de dólar que o BC tem já é suficiente. Se continuar com os (leilões de) swaps, terá prejuízo." Castro acrescenta que as possíveis ofertas públicas de ações nesse segundo semestre podem despertar, ainda mais, a atração dos investidores estrangeiros.


EURO. A cotação do euro comercial caiu 0,76%, a R$ 2,62 para compra, e R$ 2,624 para venda. No turismo, a moeda única da Europa se manteve estável, a R$ 2,49 na compra, e R$ 2,78 na venda.

No mercado internacional, às 17h40 de Brasília, o dólar se valoriza em comparação às principais moedas da Europa. Em relação à libra esterlina, avançava 0,1%, a US$ 1,6946; frente ao euro, se manteve estável, a US$ 1,4412; sobre o franco suíço, teve acréscimo de 0,38%, a 1,0598 francos-suíços.

Na Ásia, às 17h45, a moeda japonesa ganhava 0,01% perante ao dólar, cotado a 95,27 ienes. Quando comparado com o euro, a divisa da Europa caía 0,02%, a 137,26 ienes. A contínua desvalorização do dólar em relação ao euro, fez com que Pequim fixasse uma taxa de paridade central dólar-yuan menor. Este movimento estimulou a valorização do yuan sobre a moeda norte-americana. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado a 6,8302 yuans, de 6,8308 yuans do fechamento de segunda-feira.

Merrill Lynch. O real, que é a moeda de melhor desempenho no câmbio com o dólar este ano, entre as principais divisas nacionais, deverá se valorizar mais até o fim de setembro, já que os operadores apostam que ações, bônus e commodities brasileiros vão crescer com a recuperação econômica, disse a Merrill Lynch.

O dólar deverá se desvalorizar para até R$ 1,70, disse Alberto Boquin, estrategista para dívida mobiliária e câmbio latino-americanos da Merrill Lynch, uma divisão do Bank of America. A moeda brasileira disparou depois que a atividade da indústria de transformação da China, o maior parceiro comercial do Brasil, subiu ao nível mais alto de 12 meses.

"Começamos a ver mais gente que acredita nessa história de recuperação global", disse Boquin em Nova York. "Recebemos números fortes em relação à China e, se os dados sobre emprego, excluindo os rurais, nos Estados Unidos não forem terríveis, as pessoas vão continuar a caçar retornos e a ficar mais otimistas em relação à situação mundial."

O dólar perdeu 21,99% frente ao real em 2009. "Continuamos a acreditar que o Banco Central vai intervir para desacelerar a evolução, mas que não será capaz de revertê- la", escreveram os estrategistas em uma nota a clientes divulgada ontem. "A magnitude do avanço do real nas últimas semanas surpreendeu algumas pessoas", disse ele.

Exportações.

A alta do real intensificou temores de que as exportações de produtos industrializados do País, como calçados, mobiliário, autopeças e têxteis, possam cair. "O Brasil tem uma moeda supervalorizada, o que não é favorável para as exportações de produtos manufaturados", disse José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, que representa 90% dos exportadores do país. "As indústrias brasileiras estão perdendo competitividade por causa da valorização do real."

As exportações brasileiras deverão cair 26% este ano. A cotação do real deveria ficar entre US$ 2,30 e US$ 2,40 para fortalecer as exportações sem alimentar as importações, segundo Castro. "Esta é uma taxa cambial neutra, para o real", disse ele.

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