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sexta-feira, julho 31, 2009

Dólar volta à cotação de setembro de 2008 - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 31/07/09






Dólar volta à cotação de setembro de 2008

VINICIUS MEDEIROS

A retomada do otimismo nos mercados internacionais e no Ibovespa empurrou o dólar comercial de volta à sua trajetória de baixa na quinta-feira. A moeda norte-americana encerrou a sessão cotada a R$ 1,872 para compra e R$ 1,874 para venda, queda de 1,58%, menor cotação desde setembro do ano passado. A divisa iniciou o pregão caindo 0,81%, a R$ 1,885, oscilou durante toda manhã até chegar ao patamar de R$ 1,879 às 14h30, fechando na mínima. No mês, a desvalorização já chega a 4,58% e, no ano, a 19,74%.

Na Bolsa de Mercadorias e Futuro (BM&F), o dólar pronto registrou queda de 1,52%, a R$ 1,875. O giro financeiro alcançou R$ 370,262 milhões, para 33 negócios. Já o dólar turismo fechou estável, a R$ 1,81 para compra e R$ 1,95 para venda.

A julgar o dia favorável nos mercados internacionais e a proximidade do final do mês, o que fez muitos investidores se desfazerem de suas posições futuras, a baixa era esperada, mas analistas se perguntam até onde a moeda norte-americana pode cair. Segundo Daniel Castro, gestor do Clube de Investimento Horus Strategy, agosto deve registrar ajustes e oscilações na cotação do dólar, sem, no entanto, desviar sua trajetória descendente.

"O último pregão do mês deve sustentar ou apresentar leve queda. Para os próximos meses a expectativa é de manter a queda, com projeções de chegar a casa de R$ 1,70 até o final do ano, com ajustes e oscilações no período. Ainda há muitos centavos para cair, por isso haverá muita gente vendendo dólar no futuro nos próximos meses para ganhar a diferença", avalia.


No mercado futuro, os quatro vencimentos da moeda norte-americana projetaram taxas em queda, com um volume de negócios de US$ 12,042 bilhões, às 16h20. O dólar que vence em 1º de agosto, liquidado na próxima segunda-feira, dia 3 de agosto, com base na taxa Ptax de sexta-feira, projetava, às 16h42, taxa de R$ 1,875, baixa de 0,95%, com um giro de US$ 11,584 bilhões, oscilando entre a máxima de R$ 1,887 (-0,34%) e mínima de R$ 1,8725 (-1,11%).

O euro comercial caiu 1,42%, cotado a R$ 2,632 para compra e R$ 2,635 para a venda. Já o turismo apresentou queda de 2,11%, encerrando o dia a R$ 2,79 para venda.

Internacional. Nos mercados internacionais, o dólar retomou a trajetória de baixa ante o euro e a libra esterlina. Às 17h35, a moeda norte-americana cedia 0,09% perante o euro e 0,68% sobre a divisa britânica, cotada a US$ 1,4063 e US$ 1,649, respectivamente.

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terça-feira, julho 21, 2009

Credit & Collection Summit Brazil - 21 a 23 de julho de 2009 · Staybridge Suites São Paulo

Credit & Collection Summit Brazil

Conheça as perspectivas para o crédito e cobrança sob o ponto de vista dos experts do mercado
21 a 23 de julho de 2009 · Staybridge Suites São Paulo, São Paulo, SP

Dia 21/07 às 17:00 no Staybridge Suites São Paulo


Credit & Collection Brazil.pdf

17:00 O impacto de um modelo de gestão de cadastro positivo nos resultados da companhia

A Tesouraria está assumindo cada vez mais um papel estratégico nas organizações, seja no tratamento de dados com foco na gestão de crédito e cobrança, na alavancagem de vendas através de um modelo de cadastro positivo ou no entendimento financeiro da dinâmica dos negócios. Nesta palestra serão apresentadas algumas das inovações geradas pelo financeiro e os resultados obtidos para a companhia.

- Utilização de scores, ratings e métricas na otimização da gestão de crédito e cobrança
- Alavancagem de vendas através de um modelo de gestão de cadastro positivo
- A Tesouraria como consultor financeiro e agente de mudança na área Comercial

Daniel Castro - Gerente Financeiro América Latina da HUSQVARNA

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segunda-feira, julho 20, 2009

Dólar fecha semana em queda de 3,7% - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 20/07/09






Dólar fecha semana em queda de 3,7%

VINICIUS MEDEIROS

O dólar comercial fechou a semana em baixa de 2,63%, acompanhando o movimento descendente iniciado segunda-feira passada no balcão. A moeda norte-americana encerrou a última sessão da semana cotada a R$ 1,926 para compra e R$ 1,928 para a venda, menor valor desde 12 de junho, e próxima à cotação de 1º de outubro de 2008, de R$ 1,918. No mês, a valorização do real já chega a 1,83% e, no ano, a 17,43%.

"O movimento na Bovespa mostra que os investimentos estrangeiros estão gradualmente voltando, o que força o dólar para baixo. Com IPOs programados para o segundo semestre, as perspectivas são de queda. Em setembro, mantendo este ritmo, a divisa norte-americana deve chegar a casa de R$ 1,8", analisa Daniel Castro, gestor do Clube de Investimento Horus Strategy.

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quarta-feira, julho 15, 2009

Nova queda leva dólar a R$ 1,96 - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 15/07/09




Nova queda leva dólar a R$1,96

VINICIUS MEDEIROS

Após a divulgação de alguns dados positivos nos Estados Unidos, especialmente o lucro do Goldman Sachs, o dólar comercial no mercado interbancário caiu ontem 0,56%, fechando a R$ 1,969 para venda e R$ 1,967 para compra, emendando o segundo dia consecutivo de queda e acumulando perda de 1,55% nesse período. A moeda norte-americana oscilou o dia em terreno negativo, abaixo de R$ 2 durante praticamente toda a sessão, marcada por baixa volatilidade e fraco volume de negócios, atingindo a cotação máxima de R$ 1,976 ao meio dia e mínima de R$ 1,968 logo no início das atividades.

O resultado acompanha a expectativa de desvalorização do dólar para médio e longo prazo, que, segundo analistas, foi iniciada com o sucesso do Initial public offering (IPO) da VisaNet. "O resultado dos balanços corporativos nos Estados Unidos balizam a queda da moeda norte-americana, que já se desenha desde o IPO da Visanet, cujo o volume de negócios foi elevado. O movimento também ganhou força com o segundo mês consecutivo de alta na balança comercial brasileira", analisa Daniel Castro, gestor do Clube de Investimento Horus Strategy.

Reginaldo Galhardo, analista de câmbio da Treviso Corretora, endossa as palavras de Castro, mas alerta que as oscilações podem voltar nos próximos dias caso os bons resultados no mercado norte-americano não se mantenham. "O dólar está sem rumo definido há bastante tempo. Em médio e longo prazo, a tendência é de queda, mas tudo vai depender dos resultados financeiros nos Estados Unidos", avalia. "As projeções indicam uma cotação entre R$ 1,60 e R$ 1,70 ao final do ano. Só um desastre no mercado externo modifica este cenário", acredita Castro.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar pronto caiu 0,56%, a R$ 1,969, com a máxima de R$ 1,977 e mínima de R$ 1,968. O giro financeiro alcançou R$ 344,47 milhões, para 73 negócios. No turismo, queda de 0,98%, com a moeda norte-americana cotada R$ 2,03 para venda e R$ 1,89 para compra. Já no mercado futuro, às 17h29, o dólar com vencimento em 1º de agosto de 2009 estava na mínima da sessão, em desvalorização de 0,88%, a R$ 1,9690. A máxima do dia foi R$ 1,987.

Acompanhando o movimento de retração da moeda norte-americana, o euro comercial teve leve queda de 0,18%, a R$ 2,745 para venda e R$ 2,742 para compra. No turismo, a moeda europeia encerrou a sessão em R$ 2,92, decréscimo de 0,34%, avaliada em R$ 2,92 para venda e R$ 2,62 para compra. No exterior, o dólar apresentava no fim da tarde leves altas ante o euro e o iene.

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quarta-feira, julho 08, 2009

Treasury Summit realizado no dia 08.07.09 às 16:10 | Tema: "A otimização da gestão do hedge cambial em um mercado extremamente volátil"


Próximo dia 08.07.09 às 16:10 no Hotel Golden Tulip - Paulista Plaza - São Paulo apresentarei a palestra:


"A otimização da gestão do hedge cambial em um mercado extremamente volátil"

Confira a programação do 2º dia do evento e os demais palestrantes do evento

Mais informações sobre o evento no link abaixo: http://www.treasurysummit.com/home/

Fotos do evento:


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segunda-feira, julho 06, 2009

O setor imobiliário lidera a semana - Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 06/07/09






Setor imobiliário lidera a semana

TATIANA GURJÃO

O Índice Ibovespa - que mede as 64 ações mais negociadas na Bovespa - encerrou a semana em queda de 1,07%. As perdas foram lideradas pela JBS ON (-7,16%), cotada ao final do pregão a R$ 6,87 e pela Redecard ON (-6,76%), a R$ 30,21. Em seguida, caíram os papéis da Votorantin PN (-5,64%), a R$ 20,76 e a Gol PN (-5,59%), valendo R$ 10,97.

"A semana foi fraca de indicadores, o que deixou os investidores apáticos com a Bolsa. O feriado nos EUA também contribuiu para o fraco desempenho da Bovespa", disse o gestor do Clube de Investimentos Horus Strategy, Daniel Castro.

As ações da Petrobras ON terminaram a semana em baixa de 4,80%, cotadas a R$ 37,90. "O papel subiu desde dezembro. É natural que os investidores colham os lucros", analisou Christian Cayre, editor do blog CHR Investor.

O setor de aviação acabou mal a semana, com a TAM PN apresentando perdas de 3,76%, a R$ 20,45, além da queda dos papéis da Gol. Para Cayre, o setor foi prejudicado devido à alta do preço do combustível de avião, à gripe suína e aos acidentes consecutivos. Os papéis da Redecard ON deslizaram, segundo ele, pelo lançamento da VisaNet. " Quem tem preferência pela área, optou pela novidade da VisaNet", avaliou.

As principais altas da semana foram alavancadas pela Duratex PN (+10,10%), a R$ 22,79, e Rossi ON (+7,60%), cotada a R$ 8,64. Outros destaques ficaram por conta da Sadia PN (+7,32%), a R$ 5,13, e Gafisa ON (+7,07%), custando R$ 16,80 .

"A Brazil Foods já nasceu bem sucedia, principalmente, pelo fato de o BNDES ter comprado 50% das ações, durante a oferta pública de ações. Isso tranquilizou os investidores", completou Castro.

De acordo com Cayre, o fato de a Rússia ter aberto o mercado para a carne de frango estimulou a alta das ações da Perdigão e da Sadia. " Com o incentivo russo para as importações de frango, a JBS despencou, enquanto as ações da Perdigão e da Sadia tiveram bons ganhos", analisou.

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